Reencontros, memórias e resistência na Rota dos Baobás

A Rota dos Baobás – árvore sagrada africana, que vive mais de 3 mil anos e representa a sabedoria – semea os primeiros cultivos da integração da Cultura Viva Comunitária na América-Latina. Entre os dias 7 e 8 de dezembro, terá continuidade a conexão entre os povos de Mururata (Bolívia) e da Comunidade Quilombola Cafundó (SP ), uma das primeiras reconhecidas no Brasil e que preserva a língua ancestral.
Assista o vídeo e conheça a história dos Baobás:

Desde o I Congresso de Cultura Viva Comunitária, realizado na Bolívia em maio de 2013, tem se constituído uma poética de reencontros, memória e resistência. No início de 2013, na Bolívia, Antonio Carlos TC, sábio da matriz africana e articulador da cultura digital, propôs ao descendente direto do rei do Congo, Don Julio Pinedo, e sua companheira, Doña Angelica Larrea, a reativação da rede originária representada pela figura dos Baobás.

Agora, no início de dezembro, acontece uma ação de reconhecimento por meio do georreferenciamento e do plantio dos Baobás, além da instalação de Baobáxias, tecnologias livres e autônomas de conexão entre os povos. Ivan Nogales, do COMPA – Comunidade de Produtores em Artes, Teatro – TRONO e articulador do I Congresso de Cultura Viva Comunitária, também estará presente nesta próxima ação.

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